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FIFTY SHADES OF VANESSA PAQUETE

FIFTY SHADES OF VANESSA PAQUETE

DIOGO MORGADO & OURO VERDE: PORQUE RAZÃO NÃO PODE PERDER O I EPISÓDIO HOJE ÀS 21:00 NA TVI JÁ ESTE DOMINGO (08 JANEIRO 2017 ) NUMA ESTÓRIA ONDE AMOR E VINGANÇA SE GLADIAM ENTRE SI

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Diogo Morgado e TVI hoje fazem uma maratona surpreendente a partir das 19:00 para apresentar aquela que será a nova obra de ficção do canal de Queluz de Baixo.


Existem várias razões para se assistir ao I episódio, d`entre elas, o próprio genérico que se afigura como algo muito vanguardista, inédito em Portugal e caliente. Se o vou revelar?

 

Não!

 

Mas deixo aqui o link para que possam dar uma espreitadela.

 

 


Portugal cresceu com a teledramaturgia brasileira e sentir-se um sotaquezinho carioca e ver rostos tão conhecidos como ZéZé Motta, Sílvia Pfeifer e Gracindo Júnior é já de si outro motivo para nos sentarmos com a família a assistir a saga de Zé Maria/Jorge Monforte (Diogo Morgado).


Quem não se lembra das míticas e inesquecíveis novelas da Rede Globo onde as roças de cacau e as cabeças de gado eram o mote para uma grande estória? Novelas como Renascer e o Rei do Gado ficaram na memória coletiva não só do Brasil, mas de Portugal também!


As suas personagens causavam-nos debates, os seus galãs faziam-nos suspirar, as estórias de amor causavam divisões nos nossos corações, criavam-nos ilusões, entravam no nosso mundo do onírico, faziam-nos sonhar: quem não queria ser Mariana (Adriana Esteves) em Renascer em busca de uma vingança que a colocou face a face com várias emoções contraditórias ao apaixonar-se por João Pedro, filho do mandatário da morte do seu avô ? Ou quem não sonhava ser Luana (Patrícia Pilar) em Rei do Gado ?


Mais de três gerações lusas cresceram com os boia-frias, os peões de fazenda e o seus coronéis e Maria João Costa (sua autora) terá trazido – porventura – a sua paixão brasileira para o circuito português de ficção, fazendo uma ponte exímia entre Brasil-Portugal que – decerto – não deixará ninguém indiferente.

 

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Desde sempre que novelas sempre foram sinônimo de amor e romantismo exacerbado, embora, ultimamente, outros temas tenham sido priorizados como política, o crime e lavagem de dinheiro.


Provas incontesteáveis são o share de audiências que ainda prova que o público quer emocionar-se, ser envolvido numa paixão desenfreada e anestesiar as agruras da sua vida com um enredo interessante que o cative.


Novelas como Império e Avenida Brasil terão provado que o público já não se interessava apenas pelo isco do coração, mas sim, também por uma boa trama que os fizesse raciocinar.


D`entre as telenovelas brasileiras veiculadas recentemente, entre 2012 e 2016,
Avenida Brasil, emitida pela Rede Globo de Televisão em horário nobre, alcançou uma enorme repercussão social. Diversos especialistas analisaram algumas das razões para o sucesso logrado por Avenida Brasil que transformou-se na telenovela mais lucrativa dos últimos vinte anos em território brasileiro e foi exportada para mais de 57 países.

 

Um elemento interessantíssimo é a caracterização das personagens que ocupam papéis de heróis ou vilãos. No caso de Avenida Brasil não existia um padrão definido. O público teve certa dificuldade em caracterizar uma personagem como essencialmente boa ou má, o que fez com que houvesse uma forte discussão em torno da temática: quais seriam os limites plausíveis entre o justo e uma vingança. Porque, no fundo, o eixo central da trama de Avenida Brasil construiu-se em torno da ideia de uma vingança. A trama da telenovela girava em torno de uma criança (Nina/Rita), Débora Falabella,  traumatizada devido aos maus-tratos de sua madrasta (Carmem Lúcia), Adriana Esteves,  cujo ápice da maldade foi abandoná-la no lixão e causar a morte do seu pai.  

 

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Por mais que o destino de Nina/Rita tenha tido um rumo relativamente positivo - ao ser adotada por uma família Argentina com posses - o desejo de vingança permaneceu presente. Nina/Rita atribui à Carmem Lúcia não só a responsabilidade pelas suas agruras como também pela morte do seu pai. Assim que surge uma oportunidade, Rita/Nina corre atrás do que acredita ser uma busca por justiça tendo colocado em cima da mesa a questão: quais são os parâmetros que definem um ato como justo ou vingativo? Nina quis fazer justiça e acabou manipulando outras pessoas à sua volta, abdicando inclusive do amor e magoando aqueles que mais amava para que a personagem conseguisse realizar o que acreditava ser justo, ela tornou-se numa anti-heroína, perdendo a ética e a moral e concretizando a velha máxima de Maquiavel “Os fins justificam os meios”. Os artíficios usados por Nina para atingir a sua vingança foram degradando o caráter moral da personagem, a ponto de igualá-la à sua rival.

 

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Embora a estória se inicie com um reencontro entre Jorge Monforte (Morgado) e Bia (Joana de Verona) na Amazônia em 2016, enquanto esta protesta contra o seu negócio e a favor do ambiente, a verdade é que a estória estará cheia de twists e reviravoltas inesperadas, segundo afirma o próprio ator.

 

Para nos explicar a estória, existe um recuar no tempo de 15 anos que nos ajuda a compreender a troca de olhares assoberbante que o fazendeiro e a ambientalista trocam entre si.

E regressamos ao ano de 2002 em Lisboa, quando Jorge Monforte (Diogo) ainda era um jovem estudante universitário de nome Zé Maria.

 

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Em Avenida Brasil, não querendo exagerar nos pararelismos da VINGANÇA, o que mantinha o público sempre agarrado a narrativa era o factor surpresa; quando se acreditava que a trama já estava toda deslindada, eis que surgia mais um facto novo e inesperado que nos surpreendia e nos remetia a estaca zero. As próprias personagens foram passando por uma metamorfose ao longo de todo o enredo. Cauã Reymond passou de “desgraçadinho abandonado pela namoradinha do lixão em prol da sua vingança “ à detetive e a vitimizada Nina passou de “mocinha do povo” a uma personagem maléfica, disposta a abusar do amor e carinho que todos nutriam por si para se aproveitar deles e usá-los a seu bel-prazer na sua vingança.

 

O amor de Jorge e Nina que tanto o público defendeu e, pelo qual, sucumbiu no início da novela foi rapidamente substituído , doze anos volvidos, por um desejo desenfreado de Nina na sua vingança e pela desilusão de Jorginho relativamente à Nina e a desconfiança acerca do seu caracter e índole.

 

Em Ouro Verde sabemos que o massacre da família de Zé Maria (Diogo Morgado) irá transformá-lo completamente. Os primeiros episódios são cruciais para que se entenda o resto da trama e se veja o início da bela estória de amor entre Zé Maria (Diogo Morgado) e Bia (Joana de Verona) e como as circunstâncias da vida os separam e moldam as suas personalidades no decorrer dos anos que se seguem até o seu reencontro em 2016 na Amazônia.

 

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A TVI não falhou no efeito surpresa e juntou um elenco de luxo, já com um olho na internacionalização do seu novo produto, que parece ter boas hipóteses de migrar para o Brasil e, de seguida, galgar fronteiras. O cheirinho a Brasil traz-nos algum conforto e um certo aconchego no nosso baú de recordações.


A título de exemplo, Zézé Motta, com mais de cinquenta anos de carreira, e tendo protagonizado algumas das maiores produções de que o Brasil possui memória; como Sinhã Moça, Chica da Silva, Corpo a Corpo, Renascer, A Próxima Vítima, Porto dos Milagres, entre outros, será a voz da razão de Jorge Monforte (Diogo Morgado), sua conselheira intíma e uma mãe de santo que não sairá do seu lado.


Silvia Pfeiffer, outro dos grandes nomes da história brasileira televisiva, e que conta no seu repertório trabalhos de protagonista como a vilã Isadora de Meu Bem Meu Mal, Letícia de Tropicaliente e Léia do Rei do Gado (novelas que fizeram furor em Portugal na década de 90), será a esposa de Miguel da Fonseca e mãe de Bia.

 

Mas Ouro Verde é muito mais que uma estória de VINGANÇA ou AMOR, em toda a sua trama existe um núcleo de atores surpreendentes que irão entrecruzar estórias e fazer as delícias do público.

 

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PARA VER EM DIRETO "OURO VERDE"

 

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Texto & Crítica: Vanessa Paquete 2017 ©

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